Exorcismo: A luta contra o mal

Parapsicólogo encarou dois supostos casos de possessão.

E os combateu com reprogramação mental

Santa Clara do Sul – O maior trunfo do demônio foi convencer o mundo de que ele não existe, escreve o famoso exorcista da diocese de Roma, padre Gabriele Amorth. Para ele, todas as artimanhas do capeta estão sendo utilizadas neste século para minar mentes e a fé. O padre é o exorcista oficial do Vaticano desde 1986 e chama a atenção pela sua especialidade: expulsar demônios. Do outro lado do oceano, numa cidade bem menos suntuosa, em Santa Clara do Sul, outro sacerdote desperta curiosidade pelo jeito aberto, sincero e vanguardista: Hilário Dewes foi forjado na Igreja Católica para ser exorcista. E é. Mas lida muito mais com técnicas de parapsicologia para expulsar capetas insistentes que se introjetam na mente mudando a rota da energia vital. Ele atende a inúmeros chamados de supostas possessões demoníacas. Em Lajeado, Passo do Sobrado ou Santa Clara, o religioso, que se tornou doutor em psicanálise, abre os braços para acolher fiéis transtornados. Foi chamado a cuidar casos em São Paulo, Rio de Janeiro e, na rota internacional, rumou a Paris.

Trinta anos de experiências lhe valeram a alcunha de “padre bruxo”. Ele prefere um apelido menos místico e pragmático. “Eu digo que sou o padre bombril.” As mil e uma utilidades se estendem do campo da fé para a mente. Ele benze, batiza, reza missa, faz hipnose, regressão e, se precisar exorcizar, não se faz de rogado. Esconjura o satanás com a mesma calma com que toma chimarrão. Estima ter atendido a 30 casos em Lajeado e muito mais percorrendo o Rio Grande do Sul. Episódios de pessoas que fazem objetos levitar ou ateiam fogo nas coisas são mais comuns do que se imagina, salienta Dewes. Mas os familiares, assustados com os fenômenos, ocultam de amigos e vizinhos por que o desconhecido é sempre temeroso. Contudo, para o padre bruxo, que sempre carrega consigo uma maleta preta com Bíblia, terço e livros de reprogramação mental, esse tipo de capeta é manso. “Onde eu passo, o demônio não tem muita vez”, sorri enquanto dirige pela BR-386, para atender a duas supostas ocorrências de possessão. A reportagem do jornal O Informativo o acompanhou.

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Caro Padre Hilário: 

Parabéns pela decisão de realizar o nosso Curso e estamos felizes porque você já participou da 1ª Etapa A e 1ª Etapa B do Curso de Formação do Parapsicólogo Terapeuta do Sistema Grisa – Parapsicólogo Clínico.

Curso, cuja duração é de 3 anos com um encontro por mês – sábado e domingo – para as aulas presenciais.

Gostei do texto do Informativo referente ao “Exorcismo”.

Temos certeza que no decorrer dos próximos anos, teremos um “Exorcista” mais qualificado ainda, a medida que vai desvendando mais profundamente ainda os poderes da mente humana e as capacidades do Ser Humano.

Cordialmente,

Dr. Pedro A. Grisa – Diretor Geral do IPAPPI/BR

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