ESCRITO POR: A Y

Olá! , Transmita, por favor, ao Dr. Pedro, minha gratidão por suas considerações diante desse meu momento. A ausência física, (que a morte proporciona), de alguém que conviveu intensa e longamente conosco dá a sensação de perda. Essa grande dificuldade me permite estar mais aberta a querer compreender ainda mais os “misterios” da vida. Apoiada em informações como:”Seria injusto querer saúde e ter a doença”…”querer viver e ter que morrer”… valorizo tudo o que colabora para buscar compreender, que os nossos limites devem poder ser desafiados, para obtermos aquilo que precisamos,desejamos e queremos, e, que o mundo invisivel é o proximo degrau da nossa existência. Pensando assim pude enfrentar todo o processo da doença com firmeza, determinação e naturalidade, fazendo tudo o que sabia e tudo o que podia.(As vêzes me pego achando que podia ter feito mais). Também, enfrentar a morte, com boa dose de sofrimento até,mas com a tranqulidade de quem se consola com a “VERDADE” de que “Ninguém morre, apenas muda a forma de viver.” Pensando assim, fez a diferença. Acreditamos ter mantido o equilíbrio mesmo diante de uma situação tão difícil, como uma doença tão grave,onde todos os esforços não foram suficientes para convencer o Subconsciente a a fazer diferente, e, em dado momento ter que exclamar com frustração, mas também com C O N F I A N Ç A : “QUE O MELHOR ACONTEÇA”!!! Agradeço ao SISTEMA GRISA por me fazer pensar assim.

 

DATA DE ENVIO: 28 abril 2011

Criciúma

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